Distribuição de renda

Apesar de ter havido uma ligeira melhora na distribuição de renda no Brasil nos últimos vinte anos, estamos ainda em uma situação de extrema desigualdade econômica. Isso continua acontecendo principalmente porque nossas prioridades de gastos e nosso modelo tributário não são capazes de redistribuir a renda de forma mais equânime.

 

A maior parte do que o governo arrecada é gasta em pagamento de juros da imensa dívida pública e nos altos salários, aposentadorias e pensões do funcionalismo público. Muito pouco é transferido para as camadas mais pobres, seja através de programas sociais ou investimentos em educação, saúde e infraestrutura básica.

Nosso sistema de tributação também contribui para a desigualdade econômica, ao privilegiar a cobrança de impostos de bens de consumo ao invés de incidir mais sobre a renda e o patrimônio. Como resultado disso, ao se adquirir qualquer produto, tanto o mais pobre como o mais rico pagam a mesma quantidade de impostos.

Precisamos alterar profundamente nosso modelo social e econômico se quisermos realmente avançarmos em direção a um país mais justo e igual. Temos que frear o gigantismo estatal, controlar os gastos públicos, reduzir as taxas de juros e investir no que é necessário: saúde, educação, infraestrutura e segurança.

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